Susana Maria's profileEspaço de Susana MariaPhotosBlogListsMore ![]() | Help |
Espaço de Susana MariaPorta-te mal, mas com estilo; acima de tudo esforça-te por ser feliz.
Os amigos são como as estrelas. Nem sempre se veem, mas estão sempre la. Agradeço a todos por tornarem o meu céu mais brilhante. Obrigado pela visita!
|
||||||||||||||||||||||||||||||||
|
November 25 Castelos de areia, que como os sonhos, vão caindo com o passar do tempo.EFÉMERO
Algures, perdidos no tempo,
Donzelas e cavaleiros
De mantos de luz, e espadas ao vento.
Algures, nos sonhos rasgados,
Há bruxas e feiticeiros,
Fantasmas acorrentados.
Estrelas cadentes, já mortas,
Sem brilho, sem luz...
Casas sem janelas ou portas.
Via Láctea, sem céu estrelado;
Rasga o céu na escuridão,
Rio de sol emaranhado.
Em tudo o que já escasseia,
Falta o sonho, falta a história;
Falta o agricultor que semeia.
Faltam vidas, falta a memória...
Restam castelos de areia.
Mas há mar, e teimosia,
Filamentos de lua cheia.
Ventos soltos, maresia...
Hajam castelos encantados,
Princesas e reinados,
Aranha que tece a teia.
Hajam sonhos, bons e maus;
Não deixem parar as naus,
Que o amor é um Castelo na Areia.
Maria Leão
08/10/2009 October 13 DIVAGAÇÕESNo Norte que desnorteia a vida, vamos muitas vezes caminhando, sem rumo certo...sem paragem fixa. Nestas bússolas sem ponteiros, os Pontos Cardeais transformam-se em meros observadores do Universo...e vamos andando...e vamos ficando cada vez mais á toa.
Quando pensamos que finalmente encontramos um ponto de referência, eis que tudo muda...e baralham-se as constelações.
Nesta caminhada pela vida, vamos sendo meros peões de um qualquer jogo de xadrês... Até ao dia em que a vida nos faz "xeque-mate"...e damo-nos conta que afinal não vivemos.
De coração aqui e acolá, vamos tecendo uma teia de defesas em nosso redor; defesas essas que em vez de nos protegerem, por vezes deixam-nos a nú...de entranhas á vista.
Mas somos apenas humanos; e a vida é apenas uma passagem que alguém nos deu de presente.
Maria Leão
13/10/2009 September 30 Tempo,... sem tempo...TEMPO,... SEM TEMPO...
Cruzamos caminhos,
Enfrentamos desalinhos.
Insana loucura,
Limalhas de ternura.
Tempo perdido,
Sem porto de abrigo.
Eternos pedestais,
Humores desleais.
Corrida desenfreada,
Bagagem feita de nada.
Nada somos, nada temos,
Nada compreendemos.
Dúvidas agigantam-se,
Os astros Balançam-se.
Máscaras caem á sorte,
Como bússulas sem norte.
E o tempo passa,
E o tempo corre.
A vida não vive,
E o tempo morre.
Maria Leão
30/Set/2009 May 29 OBRIGADANão podem imaginar a surpresa e emoção ao ver a mensagem do "Rascunhos" e logo de seguida os vossos comentários.
Amigos, vocês são todos fantásticos!!! Obrigada por todo o carinho.
Sabem(?), quando escrevi este poema, não fiquei sequer com o rascunho. Foi escrito na hora e com o coração muito quente ainda,... as separações doem sempre mais do que esperamos, mesmo que se saiba que é o melhor...
Escrevi unicamente o que sentia, e foi uma maneira de partilhar com todos vocês; na altura nem sequer pensei que era um concurso, até porque haviam alguns poemas também muito bonitos.
Peço desculpa de não mencionar nenhum, mas ainda não fui ver os resultados. Lá irei, logo que possa.
Mais uma vez OBRIGADA, de coração.
Um beijo imenso para todos, do tamanho da distância que nos separa.
Acima de tudo, sejam felizes.
Beijinhos
Susana
(Maria Leão)
29/05/2009 May 20 Um dia mais,....Mais um dia em que me sinto incompleta.
Falta-me o meu pintainho amarelo.
Nunca pensei que fosse o primeiro a sair de casa; não assim.
Todas as mães sonham com um futuro melhor para os filhos; onde tudo é perfeito, sem nada que os magoe ou maltrate. Mas nem sempre a vida é justa (pensamos nós), e vai puxando o tapete aqui e acolá.
Sei que estás bem, e melhor do que se ficasses, mas estás tão longe!!!...
Não foste para a tropa como tu dizias; talvez até fosse mais fácil... ficavas perto.
Mas a vida, voltou a puxar-me o tapete; mais uma vez.
Parece que estou constantemente a ser testada; a ver até onde chega o limite.
É impossível saber. A cada derrocada, junta-se uma força vinda não sei de onde,...e sobrevivo.
Não posso fraquejar no emprego (ninguém tem culpa), não posso fraquejar em casa (corro o risco de parecer imparcial), Não posso fraquejar sozinha...não posso.
E as lágrimas vão caindo, teimosas...
E esta dor no peito, que quase me impede de respirar...
Perdoem-me por ser lamechas, mas sou apenas mãe...
E isto foi apenas um desabafo...
Maria Leão
20/05/2009 |
No folders have been shared yet.
|
|||||||||||||||||||||||||||||||
|
|